Bexiga

 
Extrofia Vesical
 

É uma séria anomalia genitourinária onde, a região de baixo abdômen (cicatriz umbilical para baixo) e parede anterior da bexiga, não foram formadas. Ainda, a parede posterior da bexiga está invertida (para fora) e fundida com o restante da parede abdominal. Um pênis rudimentar está presente como que separado ao meio por uma severa epispádia (meato uretral dorsal). Na mulher, a parede anterior da vagina pode estar exteriorizada e o clitóris separado em dois. Radiograficamente (RX), os ossos púbicos estão afastados (não existe a sínfise púbica).

Extrofia masculina

  1. Hérnia umbilical
  2. Mucosa vesical
  3. Orifícios ureterais
  4. Pênis
  5. Criptoorquidismo
  6. Escroto

 

Extrofia feminina

  1. Clítoris dividido
  2. Vagina
Raio X indicando a separação dos ossos púbicos

As extrofias vesicais cursam sempre com incontinência urinária e requerem cirurgias reparadoras muito complexas, pois existe a necessidade de se reconstruir o trato gênitourinário, em ambos os sexos.

 

Válvula de Uretra Posterior
 

Consiste na presença de uma "membrana", ao nível do verumontanum da uretra prostática, que funciona como uma válvula, impedindo a saída (fluxo) normal de urina para fora, dilatando o trato urinário superior (rins e ureter) e causando trabeculações na bexiga, pelo esforço miccional. Se não corrigida, destrói pelo excesso de pressão, ambos os rins. Com o advento da ecografia (ultrassonografia), muitos diagnósticos são feitos ainda na vida fetal, com possibilidade de correção antes do nascimento da criança (cirurgia intrauterina).


Botox Vesical

 

Aplicação de Botox na bexiga


TVT / TVT-O